Grupos

Tenha em mãos: papel, lápis e envelopes. Distribua os envelopes para o grupo e peça para que ninguém os abra instruções sejam dadas. Cada envelope contém um questionário com três perguntas:

  • Se você se perdesse em uma ilha deserta, que pessoa do grupo gostaria de ter com você?
  • Se tivesse que organizar uma festa, que pessoa deste grupo gostaria que te ajudasse?
  • Se ganhasse um prêmio em um concurso e pudesse escolher três pessoas deste grupo para ir com você em um cruzeiro, quem levaria?

Avise que as respostas são confidenciais, e que ninguém saberá quem escolheu quem. Lembre os colaboradores que ninguém deve assinar os questionários e os envelopes serão recolhidos. Posteriormente, deve-se somar os resultados individuais dos participantes e mostrar a eles, em particular, como foram classificados pelo grupo.

Peça aos participantes que deem as mãos e formem uma roda, memorizando quem está à sua direita e à esquerda. Em seguida, fale para todos soltarem as mãos e caminharem a andar aleatoriamente pela sala. Após alguns segundos, coloque uma cartolina no chão e peça para que todos se apertem e fiquem sobre ela.

O passo seguinte é pedir que todos tentem dar as mãos a seus parceiros originais. O objetivo é formar o círculo original, sem que ninguém solte a mão de seu par. Essa é uma dinâmica excelente para exercitar a liderança informal e o trabalho em equipe.

Para essa dinâmica, serão necessários uma caixa de bombons e folhas de jornal. Coloque uma folha de jornal aberta em uma extremidade da sala com a caixa de bombons em cima. Na outra extremidade coloque uma folha de jornal para cada dupla de participantes, lado a lado. Cada dupla deve ficar de pé sobre seus jornais, o objetivo é chegar ao outro lado da sala e se salvar na ilha, sem tocar os pés no chão.

O jornal pode ser movido, mas não pode ser rasgado ao meio. Quem tocar no chão propositalmente é desclassificado, e se dois grupos chegarem ao mesmo tempo na ilha, eles dividem o prêmio. Só é possível chegar ao outro lado se uma dupla convidar a outra para subir em seu jornal e, em seguida, pegar o jornal vazio e colocar mais adiante, seguindo em direção ao prêmio.

Caso nenhuma dupla perceba o truque no tempo determinado, encerre a brincadeira e mostre como fazer. Depois disso, discuta a importância da colaboração entre equipes para atingir resultados em conjunto.

Para a realização dessa dinâmica, é necessário utilizar uma caixa embrulhada em papel negro ou pardo. Dentro dela, há instruções para que seja cumprido um desafio. Divida as pessoas em dois grupos iguais e posicione-as em um círculo, de forma que os integrantes dos grupos se alternem (integrantes do mesmo grupo nunca estarão lado a lado).

Entregue a “caixa do desafio” para um participante qualquer. Explique que a caixa contém um grande desafio a ser cumprido e que você vai colocar uma música para ser tocada e, quando o som parar, a pessoa que estiver com a caixa na mão terá de cumprir o desafio. Se ela falhar, precisará pagar um mico, será excluída da dinâmica e seu grupo perde 4 pontos. Se cumprir o desafio, ganha 3 pontos e não paga o mico.

O passo seguinte é colocar a dinâmica em ação: coloque a música para tocar e incentive os participantes a passarem a caixa de mão em mão. Pause a música e, após identificar quem está com a caixa, dê três alternativas a ela:

  • Tentar cumprir o desafio;
  • Passar o desafio para outra pessoa do seu grupo;
  • Passar a caixa para alguém do grupo adversário.

Caso a pessoa não aceite o desafio, você também dá a oportunidade da nova pessoa escolhida optar por uma das três alternativas, só não pode devolver a caixa para quem lhe entregou. Pela terceira e última vez (caso uma nova pessoa seja escolhida), você dá a ela a oportunidade de optar por uma das três alternativas.

A terceira pessoa que receber a caixa terá que cumprir o desafio. Ao abrir a caixa, ela vai encontrar uma caixa de bombons com o desafio: coma à vontade. Com esse desfecho, além de boas risadas, a moral da história é: é preferível encarar desafios e enfrentá-los com coragem do que passar a “batata quente” para os outros.

Crianças

IDADE: 9 anos em diante. SEXO: Ambos. Objetivos específicos: Desenvolver o olfato. MATERIAL: Frutas, perfumes, loções, etc. Formação: círculos. Organização: crianças em círculos, sendo que um irá para o centro com olhos vendados. Execução: o animador dará as crianças do centro algo para cheirar o perfume e dirá: – deverás reconhecer este aroma entre outros que vou te dar. Em seguida dará outras coisas (frutas, alvejante, etc.). Este deverá identificar quando lhe derem para cheirar algo que tenha o mesmo cheiro do primeiro.

IDADE: 9 anos. Objetivos específicos: Atenção, perspicácia. MATERIAL: Bola. LOCAL: Pátio, gramado. Formação: círculo. Organização: crianças em círculo, pernas cruzadas, uma criança sentado no centro com olhos vendados. Execução: os companheiros passam a bola entre si e ao sinal do animador coloca as mãos para trás escondendo a bola. A criança que está no centro, abre os olhos e aponta aquele que imagina estar com a bola. Se errar, repete o jogo.

IDADE: Todas. Objetivos específicos: Memória, perspicácia, observação. LOCAL: Ar livre e sala. Formação: círculos. Organização: pede-se a uma criança que deixe o local e faz-se algumas modificações. Execução: quando a criança voltar o grupo começará a contar aumentando ou diminuindo a intensidade do canto à medida que ele se aproxima ou afasta do que mudou.

IDADE: Todas. Objetivos específicos: Memória, tato. MATERIAL: Lápis, grampos, moedas, giz, etc. Formação: em pé, formando um círculo, mãos para trás. Execução: o animador entregará para uma criança um objeto após outro para ser passado adiante. Após serem passados todos os objetos, todos se sentarão e rapidamente escreverão o nome dos objetos que passarem pelas suas mãos. Vencerá quem escrever mais nomes dos objetos em um tempo determinado.

Jovens

Nesta dinâmica todos os participantes são convidados a circular pela sala para se conhecerem melhor. Devem neste momento aprender o nome dos colegas e observar qualidades que já podem ser vistas neles sem mesmo conhecê-lo (ex: sorridente, simpático, sério, bonito, bem-vestido…).

Em seguida, o tutor da dinâmica deve começar a brincadeira e formar um trenzinho da alegria. Para isso, deve correr como um trem e chamar uma pessoa pelo nome e apontar uma qualidade sua e pedir para que se junte a ela na brincadeira. A pessoa chamada deve fazer a mesma coisa com seu colega e, sucessivamente, todos os participantes devem entrar na locomotiva, repetir a mesma ação, até formar um trem completo.

Nesta dinâmica todos os participantes devem receber uma folha branca e lápis de cor para desenhar um bicho que representa bem a sua personalidade. Depois, todos devem trocar seus desenhos e, cada um deve dizer ao grupo o que imaginou do jeito de ser do colega a partir da imagem que ele criou. Com certeza, sairão imagens e descrições muito engraçadas.

Por mais diferentes que possamos parecer todos nós possuímos algo em comum uns com os outros. Na dinâmica das semelhanças, as pessoas são divididas em grupos de três em três e convidadas a buscar pelo de 2 a 3 coisas em comum entre elas. Esta é uma forma divertida de quebrar o gelo e conhecer melhor seu parceiro de treinamento ou trabalho e saber o que vocês têm parecido e gerar empatia.

Neste exercício cada pessoa recebe dois balões e um pedaço de barbante para amarrá-los na cintura. A ideia é dividir o grupo em duas equipes e fazer uma disputa. Ambos devem estourar, com as mãos, os balões do colega da outra equipe, em um minuto, mas sem deixar os seus próprios balões sejam estourados. Literalmente tem que ter jogo de cintura para escapar, mas é bem divertida a integração das pessoas e as estratégias do grupo para estourar as bexigas.

Gostou destas dinâmicas engraçadas para jovens? Tudo isso ajuda a conhecer melhor uns aos outros, quebrar o gelo e gerar mais empatia entre as pessoas. Portanto, utilize estas técnicas, pois elas trazem resultados extraordinários!

Motivação

Essa dinâmica estimula a confiança e o comprometimento. Cada participante deve ser estimulado a trazer de casa um objeto pessoal que tenha grande valor sentimental. Os objetos serão distribuídos entre os colaboradores e, aquele que recebeu o objeto do colega, deve guardar e cuidar do item por um tempo determinado. Na data marcada cada objeto é devolvido ao seu dono e todos devem falar o que descobriram sobre o colega a partir do objeto e também como cuidaram desse bem tão precioso.

Aqui o objetivo é incentivar que os participantes falem de si mesmos, fazendo com que todos se conheçam melhor e desenvolvam empatia e solidariedade. Entregue revistas aos participantes e peça que cada um recorte imagens que representem 3 momentos de sua vida: o passado, o presente e o futuro. Na sequência, cada um deve apresentar resumidamente suas imagens e explicar suas escolhas.

Essa atividade vai estimular a criatividade e o trabalho em equipe. O grupo deve ser dividido em equipes de até 5 integrantes e cada equipe recebe uma lista com substantivos e verbos. As equipes devem, então, escrever uma história usando todas as palavras da lista e na ordem em que elas aparecem.

Essa é uma dinâmica boa de se aplicar com grupos grandes e o objetivo é trabalhar as reações dos participantes ao inesperado e à adversidade. Divida o grupo em “conselheiros” e “aconselhados”. Cada conselheiro deve receber um perfil: autoritário, difícil, prestativo, empático, etc. Os aconselhados recebem tópicos onde devem pedir ajuda ou podem apresentar casos reais do dia a dia. Cada conselheiro deve se unir a um aconselhado e agir conforme o perfil que recebeu. Ao final o grupo discute as diferentes abordagens diante de um problema, seus pontos positivos e negativos.